| |  Treinamento - aceiro Atividades de Prevenção São elaboradas e executadas por associados nos períodos de Alerta Verde e Seco, por brigadistas ou não e se dividem de acordo com o cronograma abaixo: Prevenção - Alerta Verde Inicia a partir da última precipitação (princípio da estação seca, correspondendo a nenhum risco ou risco fraco de incêndio. Cadastramento de voluntários - avaliação do perfil dos voluntários; - treinamento dos voluntários: palestras, cursos e atividades de campo; - divisão de grupos de trabalho; - elaboração de material educativo (cartaz, adesivo e folder) - acompanhamento de atividades de aceiros; - contato com parceiros e patrocinadores; - participação em debates, seminários, workshops, etc. - distribuição de material educativo; - compra e manutenção de equipamentos; Alerta Seco Terá início quando o índice de inflamabilidade atingir o risco médio a perigosíssimo (geralmente até outubro). Neste período, as medidas de prevenção são intensificadas. - monitoramento de dados meteorológicos; - distribuição de material educativo; - execução de palestras e exposições. Combate As atividades de combate deverão somente ser executadas por brigadistas devidamente capacitados no período de Alerta Seco, de acordo com os ítens abaixo: Combate - Alerta Seco - distribuição de mapas das UCs (PARNA, JBB e ESECAE) e reconhecimento de área; - saídas de campo para reconhecimento de áreas; - monitoramento de dados meteorológicos; - participação em debates, seminários, workshops, etc. - contato com parceiros e patrocinadores. Situação de Fogo As medidas de combate deverão ser adotadas imediatamente após a detecção do foco - estado de prontidão - independe do índice de inflamabilidade. - plantões em rodízio - no período de estiagem há o plantão de, no mínimo, oito patrulheiros que se revezam por final de semana, sendo quatro por dia. Os voluntários detectam os focos, utilizam o serviço 193 do Corpo de Bombeiros e se dirigem ao local e, se caso houver necessidade, outros brigadistas são convocados. Para o combate são colocadas três situações iniciais: - se a área atingida for uma UC, o Chefe de Brigada fará o primeiro contato com o administrador ou o responsável e atuaremos de acordo com as orientações do mesmo; - se não for UC e o CBMDF estiver no local o procedimento será o mesmo, ou seja, ficaremos sob orientação do Comandante; - se ocorrer apenas a nossa presença, o chefe de brigada avaliará a situação e distribuirá as funções. Se caso o incêndio for de média ou grandes proporções solicitamos a presença do CBMDF; - em qualquer caso de foco de incêndio o registro é repassado ao CMDF. Das ações em combate a incêndios florestais, praticamente podemos descrever três situações básicas a seguir: Ataque Direto - é uma ação sistemática desenvolvida com todos os recursos disponíveis para evitar que o incêndio se propague e venha atingir riscos de maiores vultos; - é muito utilizado em vegetações envolvendo edificações, onde a proteção está mais voltada à edificação do que propriamente à área verde, e ainda mais, a velocidade de propagação não permite ações indiretas, sob pena de destruição dos riscos que pretendemos defender. Para esta ação, são utilizados os seguintes métodos: Ataque com água: - visa fazer a extinção do incêndio através do resfriamento, retirando o calor; - só será possível se as condições topográficas do local permitirem a aproximação das viaturas-pipas; - podemos também combater diretamente com a mistura água + retardante, utilizando bombas costais. Este processo é contestado porque pode alterar as características da vegetação, porque um de seus componentes é fertilizande. Utilizando abafador - tem como objetivo fazer a extinção por meio da retirada de oxigênio, como o próprio nome diz, ele abafa as chamas. Este equipamento tem sido de grande utilidade para o combate em vegetação rasteira e arbustiva. Ataque indireto - tem por objetivo impedir que o fogo se propague para outras áreas, de maneira preventiva. Para esta ação são utilizados os seguintes equipamentos:enxada, foice, roçadeira, facão, rastelos, pás e, quando possível, tratores; - a técnica do fogo-contra-fogo é utilizada quando a linha de fogo ganha proporções. É feita uma linha de fogo paralela de forma que as duas se encontram, sendo atraídas pela corrente de calor. É uma técnica que exige cuidados e experiência, devem ser levados em consideração a topografia e a direção do vento. |